Já lá dentro, ele tirou o caralho para fora e perguntou com aquele ar de porco do costume: "Gostas mesmo da minha picha, não gostas?": eu acenei afirmativamente e ele não perde tempo: "'Tão mete-a na boca..."
Eu baixei a cabeça em direção àquele mastro enorme e delicioso e mamei-o até ele ficar teso bem duro, sendo interrompido por uma pergunta dele: "Hoje trazes boxers, ou cuecas panasca?"; respondi que trazia cuecas, ele pediu para ver e eu baixei as calças; ele ficou louco. "Ui! Adoro cuzinhos com cuecas, é hoje que te enrabo. Vamos para a outra casa de banho que ninguém lá vai e eu quero esse cu..."
Guardou o caralho e disse-me para o seguir, o que fiz e lá fomos para o outro WC. Aí, baixou as calças e os boxers e disse-me para baixar as minhas também mas deixando as cuecas vestidas e mandou-me ficar de joelhos a mamar aqueles 22cm já a vibrar de tão duros, a lamber os enormes colhões enquanto batia uma, deixou-me acariciar-lhe corpo magro, o peito definido e sem pelos.
Uns 10 minutos depois mandou-me levantar: "Encosta-te ai à parede de cu espetado p'ra mim!"; disse-me, ordenando-me ainda para não despir as cuecas quando o ia fazer.
Colocou-se atrás de mim, desviou as cuecas do meu buraco, molhou o mastro e enterrou-se sem qualquer calma, de uma fez só, fazendo-me ter dor, mas também muito prazer; gemi alto. "Aí puta, isso mesmo..." E o que se seguiu foi uma frenética foda com bombadas de tamanha velocidade que quase me faziam levantar no ar enquanto gemia e ele urrava.
"Vou-te esporrar..."; disse ao mesmo tempo que urrou e eu senti aquela grossura e aqueles tomates a vibrar e a despejar uma valente leitada viscosa, que quando ele se desenterrou saiu quase toda, esporrando-me as cuecas todas.
Depois daquela louca ação, o Paulo saiu tão depressa da casa de banho, que quase nem dei por isso e eu fiquei ali bem fodido, bem esporrado. Nem me arranjei e acendi um cigarro, ficando a gozar o pré-foda!
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