segunda-feira, abril 27, 2015
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Na última uma passagem pelas casas de banho reparei que um macho trintão com ar de mau, óculos escuros, cara de dominador, estilo militar com cabelo curto, cerca de 1,75m, um corpo excelente com um peito bem definido, se estava a dirigir para o mesmo sítio que eu. Fiquei louco de desejo e segui-o...

Quando cheguei à zona dos urinóis já ele estava de pau para fora, 19cm cabeçudos e cheios de veias e tesos, a insinuar-se a uma passiva que também lá estava, mas ao ver-me, virou-se para mim, pois o outro era demasiadamente enconado para avançar. E eu não perdi tempo e agarrei-lhe no caralho à mão cheia, sentindo-lhe a dureza, não demorando muito a metê-lo na boca.

"Isso, mama-o todo..."; disse ele com um ar super porco, enquanto eu chupava com vontade, engolia cada centímetro, gozava cada veia daquele mastro saboroso. O outro apreciava a cena com ar de desejo. "Vai, mama-o também! Mete aqui a boquinha com a dele!"; mas nada; "Melhor, mais sobra p'ra mim, pensava eu!"

E eu continuava a brochar aquele caralho fantástico enquanto ele mo empurrava até à garganta fazendo-me engasgar, me prendia a cabeça com as mãos para eu não o tirar, me fodia a boca agarrando-me nos cabelos para comandar, me dava palmadas na cara, me punha a mamar-lhe os colhões.

Ajoelhei-me mesmo ali, à frente do passivo enconado, que depressa se veio ao ver aquela cena, saindo logo a seguir. Eu continuava ali ajoelhado a saborear aquele caralho enquanto lhe olhava para a cara de macho dominador, a fazer expressões que me deixavam louco.

Fomos interrompidos por um velho e eu na esperança de ter mais, fui para um privado e ele seguiu-me sem guardar sequer o caralho, empurrou-me para que voltasse a ficar de joelhos, baixou as calças, mostrando-me umas pernas maravilhosamente bonitas, começou a falar como imaginei que fosse, uma macho porco e dominador: "Mama! Isso, chupa-o todo... És uma puta? És? Isso!".

E estava ali, encostado à parede, a segurar-me na cabeça para controlar o broche, a foder-me a boca, a dizer ordinarices, até que senti o corpo dele a comprimir-se, aquele pau a endurecer ainda mais e a vibrar enquanto despejava uma enorme leitada, com gemidos de macho bem altos, sem se preocupar que alguém ouvisse. Era uma esporra abundante, viscosa, consistente, com um sabor forte, tal como gosto, que me fez engolir até à última gota, não me deixando enquanto aquele caralhão não estivesse completamente limpo... "Ui! Que bom! Bebe-me o leite todo! Bebe todo puta! Ah! Isso..."

Guardou o pau, olhou para mim ainda de joelhos, mandou-me uma chapada valente na cara e disse: "Foda-se, estava mesmo a precisar da boca de uma puta como tu!"; piscou-me o olho e saiu. 

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